"No matter how many times
I stretch my hand
There was no chance that I would make it
Across that wide
Wide sky ..."
- "Himitsu kichi", Takada Kozue
Salve salve internautas!
Muito obrigado a todos que comentaram carinhosamente em meu último post. Será a última vez que vou pedir para serem como o Capitão. Caramba, foi um recorde de infelicidade, haha!
Em compensação, foram muito gentis no "Dissonância & Voracidade". Por isso, novamente, muito obrigado a todos!
O post deste mês foi carinhosamente pré-discutido com a Icy Amy - mistress of penguins -, então estou um pouco mais seguro com minhas convicções (hã!? Se é convicção é convicto, não precisa de segunda opinião, ô!).
"Quem somos, por quem somos"
"Você (Amy) já teve aquela sensação de que algum namorado não gosta de algo em você... Mas se você mudar aquilo, deixa de ser você? Como tentar equilibrar um vaso que se partiu ao meio. Aquela sensação de que você precisa se esforçar para ficar em pé, mas ele continua caminhando, a deixando para trás, enquanto todo seu esforço em estar partida originou-se da vontade dele de lhe querer diferente."
Eu encontro dificuldade em escolher as palavras para falar deste sentimento. É um instinto primitivo dentro de nós. Em certa parte pode parecer que só pensamos em nós mesmos mas, não é plenamente verdade. Em algum ponto de nossa jornada aprendemos que mudar quem somos implica em perder alguns daqueles que caminhavam ao nosso lado.
Tive o prazer de caminhar ao lado de uma garota que, em sua luz, aceitou-me como seu namorado. Mas esta pessoa queria mudar aquilo em mim que me faz quem sou. Exatamente aquele ponto que me fazia ser o Lui: minha Impulsividade.
Pelas palavras que ela usava, eu sentia que ela seguraria minha mão quando eu tentasse correr para a decisão mais próxima. Quando na verdade era uma corrente no pescoço de um tigre, lentamente tirando de seus olhos a vida que o fazia selvagem.
Antes que eu percebesse, meus olhos haviam se tornado cinzas (em um sentido ruim). Um adamantium denso e espesso, viscoso e lento. Onde estava a minha agressividade em querer possuir cada centímetro do corpo da menina que eu desejava? A paixão nela começou a morrer e saturar, até um ponto que ela me deixou para trás.
Mas que culpa eu tinha? Se eu era um protótipo de um boneco perfeito que falhou em se tornar um ser humano? Em meu esforço de brilhar nos olhos daquela pessoa, eu havia me tornado opaco. E nada havia sobrado em minhas mãos...
Quando se lapida uma pedra, é necessário tomar cuidado com as marteladas. Damos forma ao bruto, o tornando belo. Porém, se muita força for aplicada, nos pontos errados, a pedra se parte em duas. E nunca mais será a mesma, outrora tão bela e unificada.
Para tudo nesta vida é necessário equilíbrio. Mesmo o mais feroz dos impulsivos encontra seu equilíbrio em uma pessoa de pés no chão. Se pudermos ser o fogo que em sua luz muito se perde, gostaríamos de caminhar ao lado da água que, em sua calma, muito se nasce.
Pequenas mudanças, grandes mudanças. É essencial para a vida e a evolução, mas, somos humanos. Não bestas. Não objetos.
Já tentei mudar as pessoas ao meu redor. Cometi o crime de qual já fui vítima. E culpado eu estava em minha postura. Não sou inocente, não existe inocência, apenas níveis de culpa.
Por isso, decidi que não mais interferiria nas pessoas com marteladas diretas. Se, com paciência, um rio dá forma a uma montanha, é possível sermos assim. A gentileza sempre será a maior virtude daqueles que amam.
Se eu precisar te mudar, eu gostaria que fosse sua vontade.
Amar também é um sacrifício que fazemos em querer um ao outro.
Se você precisar que eu mude, eu mudarei com paciência e gentileza.
Desde que possamos ouvir um ao outro
E no final de tudo, ainda estejamos... juntos...
(Uma amiga さち me trouxe à luz o fato que minhas brincadeiras dos posts estavam requisitando informações prévias, e eu, pessoalmente, acho chato quando isso acontece! Por isso, vamos lá gente, uma brincadeira que todos possam brincar, haha! Neste post, não é permitido comentar em português.)
terça-feira, 14 de abril de 2009
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6 perversos comentaram:
Hey!
You put me in trouble now! My first comment and I have to write in English! (I don't know Japanese or any other language! >_<)
Satie's (or Sachi, you can choose...) opinion: When you really love someone, no matter how he is, no matter how he thinks or how he acts... You don't need to change people, you just need to understand them. And if the other one really cares about you, he will try not to bother you... You can talk about the things you don't like. You don't need to be yourself. You must.
Love doesn't hurt, doesn't suffocate. Love is comprehension, is eternity.
^^
Ello!
Well, this is a nice subject, you've choosen. It's a lot complicated to discuss.
When you love someone, you naturally wants the best for that person.
When you see that same person doing something that might do some damage to himself or herself, it's only expected that you'll try to warn that person. And by doing so, you'll be changing him or her.
When the person tries to change the one thing that makes us ourselves, that can't be right. If someone can't accept you for who you are, then the two of them do not belong together, for sure.
Of course, there's the other side:
For instance, I have this friend that really enjoys smoking. I love him, even though I do not say that often. I try my best to convince or even force him to stop, because I know that won't bring any good into his life. I try to open his eyes. But by doing so, I, somehow, am invading his own choice, the being he chose to be.
Of course, we alway need to try and be ourselves. To put a mask and use a disguise is only faking something that you're not. At some point, the mask will fall and you'll see that you were only lying to yourself.
But that doesn't mean we cannot change.
Nothing is invariant.
As time passes by, within your own experiences, you change. It is inevitable. It is not good nor bad. It just is.
And of course, the people you have chosen to surround you might and will interfere in the process of change you go through.
But then again, it's all part of something called "growing".
Nice topic and great job!
Keep it up!
From your distant friend...
(Ha-ha, vous avez besoin de mon approbation, ha-ha * points et rit *)
Il est, Lui, vous êtes même un caillou! Nous avons tous le martèlement vous.
Je pense que le fait que vous avez déjà essayé de changer quelqu'un aider à mieux voir - après tout, est toujours bon de voir l'autre côté. Et d'admettre nos erreurs:)
Les modifications devraient être naturel, ce que je pense. Si la vie avec quelqu'un vous donne envie d'être mieux, vous inspire, est valide.
Au revoir.
ps: google traducteur ftw.
I like your post so mutch.
Pero no entiendo quando una persona quiere hacer una otra de su persona.
Tarra pensadhu issaê é ruim demais né não????
Vivere per ti e solo.
$%^$&$%&^
Chissà se tu mi penserai se con gli amici parlerai
Per non soffrire più per me ma non è facile lo sai
A scuola non me posso più e i pomeriggi senza te
Studiare è inutile tutte le idee si affollano su te
Non è possibile dividere La vita di noi due
Ti prego aspettami amore mio Ma illuderti non so
La solitudine fra noi questo silenzio dentro me
è l'inquietudine di vivere la vita senza te
This is a tough subject, but indeed I truly agree with your point, and also with Fox's and Satie-chan's...
But then again, every single moment you spend with someone is a moment you're changing that person.. The trick is letting that change happen naturally. You can't tame a tiger to be vegan... It will work for a day, a month, a year, maybe too.. but, wave a steak at him, and he'll promptly quit his brand new diet and go back to being a tiger.. As you said, it's instinctive.
I don't want to simply rewrite what the others wrote above me, so I'll just point that in love, each person must enjoy being with the other because of what they ARE, not what they WANT the other person to be.
Keep up the good posting, the comments are getting more and more of an interesting game!
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